As diversas atividades femininas e a menopausa
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 por Equipe Edição Saúde

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De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, IBGE, são 30 milhões de mulheres no mercado de trabalho, 3 milhões lideram os lares. A vida moderna colocou o público feminino em atividades dinâmicas e desgastantes.  A empresária Wanda Carnero realiza todas as tarefas dentro de casa até a hora que sua filha chega da escola. Ela conta que a mulher moderna tem o corre-corre e um dia bastante agitado. Para controlar tudo isso é importante estar bem consigo mesma.

As academias somente para mulheres dão uma força nesse aspecto. Rita Carolina Chaves, professora de Educação Física explica que em apenas 30 minutos, a mulher vai conseguir trabalhar toda musculatura do corpo, mais o condicionamento cardiovascular.

Segundo a nutricionista Vanessa Lobato, a mulher precisa repor com nutrientes todo o desgaste que sofre. De alguma forma é importante consumir vitaminas e minerais. Transportar na bolsa cereal em barra, castanha do Pará, frutas cítricas, entre outros, para consumir, proporcionará ao organismo, nutrientes, que irá possibilitar o seu bom funcionamento.

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A menopausa faz parte da etapa biológica natural na vida de toda mulher, que ocorre em média aos 48 anos. É nessa fase que alterações hormonais acontecem no corpo feminino e nem sempre são superadas com tranquilidade. As mulheres que já estão nessa fase apontam o cansaço, depressão e ondas de calor como alguns dos sintomas que surgem.

O médico ginecologista Ivaldo Silva explica que a menopausa é uma data: de quando a mulher parou de menstruar por um ano. A menopausa é a falta do hormônio estrogênio pela falência do ovário, isso pode causar mais lentidão no cérebro e a mulher pode ficar mais esquecida, pele mais seca e rugas aparentes. O sintoma principal são as ondas de calor. Mas não é só isso, a psicóloga Maria Nordello explica que o corpo também sofre alterações, já tão é tão jovem e existem limitações físicas. Isso mexe diretamente na auto-estima. Para passar de forma saudável por essa fase, a Casa do Climatério oferece um suporte total às mulheres que sentem dificuldade em entender esse período.

O exercício regular faz bem e afasta os aborrecimentos. A professora de Educação Física Célia de Araújo explica que melhora o condicionamento cardiorrespiratório, melhora a qualidade do sono e o humor, mas é importante também fazer caminhadas, musculação ou ginástica localizada. A alimentação saudável também é importante. Gorduras animais, carboidratos devem ser evitados. Sal e açúcar devem ser consumidos em quantidade reduzida.



Doenças cardiovasculares e tecnologia para as crianças
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 por Equipe Edição Saúde

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Pesquisas recentes do Ministério da Saúde confirmam que as doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte no país. O movimento do corpo é que determina o ritmo dos batimentos cardíacos. O cardiologista do Incor, José Ramires explica que “os batimentos entre 50 e 100 e 60 e 90 são os batimentos normais”.

A rotina do dia-a-dia nem sempre faz bem ao coração. “Não se estresse, não corra para fazer coisas que são impossíveis de serem realizadas”, explica Ramires, pois o excesso de adrenalina provoca batimentos mais rápidos, aumento da pressão arterial, obesidade, colesterol alto, entre outros.

A professora de Educação Física, Luciene Azevedo explica que indivíduos que apresentam maior consumo de oxigênio, possuem maior capacidade funcional. Praticar exercícios é o caminho para manter bons batimentos cardíacos. Ingerir frutas, verduras e legumes também mantêm o bem estar do coração. O chef de cozinha Giovanni Bruno dá uma boa receita com alimentos light.

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A tecnologia está cada dia mais presente na vida das pessoas e também no dia-a-dia das crianças. Os jogos são apenas uma parcela desse mundo tecnológico já que elas estão cada dia mais precoce no uso de aparelhos de celular, computadores e outros aparelhos.

O neuropediatra Mauro Muszkar explica que as crianças estão se mostrando cada vez mais ágeis e que o cérebro tem muita plasticidade e modifica sua função de acordo com as demandas do ambiente. Os “pequenos” usuários contam que é difícil interromper qualquer atividade nesses aparelhos ainda que seja para se alimentar ou fazer lição.

De acordo com a psicoterapeuta Mara Pusch, o jogo estimula a competição saudável, todo jogo tem um desafio: as fases para serem ultrapassadas. Segundo Mara, isso incentiva a criança a ser estrategista e aprender por qual caminho a criança vai. Há também o lado negativo como audição e dores musculares por conta dos movimentos bruscos.



 
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