Depressão pós-parto
sexta-feira, 27 de agosto de 2010 por admin

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Aproximadamente 80% das mulheres sofrem de melancolia após o parto, porém em até 1 semana a maioria sente a recuperação. O quadro pode persistir e estima-se que torno de 16 a 20% das novas mamães desenvolvem a depressão.

O medo de não saber como lidar com o bebê, a pressão da responsabilidade pela nova vida a ser acolhida causam desespero e insegurança nesses casos.

A tristeza profunda é tomada como tabu e poucas vezes o assunto vem à tona, isso prejudica o tratamento que deve ser dividido com o apoio de familiares e pessoas próximas.

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Até 2 anos após o nascimento do filho a mãe pode ter um quadro psicótico, quanto mais cedo identificado o problema, mais eficiente será o tratamento e a busca por auxílio. O obstetra é quem pode fazer o diagnóstico inicial podendo  já receitar medicamentos,  quando necessário.

Como antidepressivos restringem a amamentação, outras alternativass podem ser tomadas:

O estímulo magnético é um dos modernos tratamentos para a depressão pós-parto, “…de forma segura e sem praticamente nenhum efeito colateral” como afirma o psicólogo Martin Luiz Myczkowski.



Anorexia Nervosa
sexta-feira, 27 de agosto de 2010 por admin

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1 a cada 10 pessoas vem a falecer por anorexia nervosa quando não estão em tratamento.

Comumente relacionadas às modelos, pela pressão dos atuais padrões de beleza e alimentados pela mídia, qualquer  indivíduo que valoriza em excesso a perfetição do corpe está suscetível à doença.

Embora o termo anorexia signifique falta de apetite, o conceito correto é mais abrangente. Trata-se de um transtorno psíquico que estimula o emagrecimento auto-indusido pelo medo mórbido de ganhar peso.

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Cerca de 90% dos casos ocorrem com mulheres, dentre elas, a maioria pertencente a classes sociais elevadas.

Ligadas ao sofrimento, perfeccionismo exagerado estimulado pela competição.

Apresentamos o projeto “Saúde Modelo” da Universidade Federal de São Paulo em parceria com as agências de modelo para prevenir problemas de anorexia. É composto por nutricionistas e psicólogas que monitoram peso e alimentação com orientação às garotas que sofrem maior pressão com o culto ao corpo.

Obviamente não são só modelos e ginastas que precisam se policiar quanto a nutrição.

O tratamento envolve ações coordenadas de diversos especialistas, dentre eles psíquiatras, clínicos, nutricionistas e psicoterapeutas.



Shantala e hiperatividade
quarta-feira, 18 de agosto de 2010 por admin

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Há quem diga: “criança quieta é criança doente” esta frase é antiga e não necessariamente adequada. Mas será que inquietude é sinal de saúde?

A hiperatividade é um transtorno que provoca falhas de atenção e memória. As causas e efeitos são de difícil diagnóstico. Pode ser originária desde a gestação ou notada até os 7 anos de idade.

De 3 a 5% das crianças em idade escolar no mundo inteiro sofrem com falta de atenção, impulsividade  e hiperatividade. 50%  continuam com o transtorno após a fase adulta.

Começam as tarefas por impulso, sem parar pra planeja-las e com dificuldades de finaliza-las. Ficar parado por muito tempo, como em salas de aula, parece um castigo.

A criança impulsiva acaba sofrendo com isso perdendo o controle próprio da situação. Acompnhamento e medicamentos são eficientes para regular o funcionamento dos neurotransmissores, melhorando o comportamento.

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A contribuição da Índia no campo terapêutico tem ajudado diversas civilizaçõoes a ter um vida equilibrada e saudável.  São exemplos a yoga e a massagem ayur-vética.

Aqui destacamos a Shantala, massagem indiana para bebês que simula as sensações que o bebê tinha no útero materno, reforçando os laços afetivos entre a criança e seus pais, fortalecendo também o sistema imunológico.  Inclusive quem faz o massageamento consegue benefícios de tranquilidade e melhora da postura.



Automedicação
sexta-feira, 30 de julho de 2010 por admin

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Alguns medicamentos, além de provocar o efeito principal, podem causar efeitos colaterais como irritabilidade, insônia, gastrite, insônia, insulficiências que podem causar danos irreversíveis com necessidade de transplantes, quando não até a morte.

Estima-se que  cerca de 20 000 pessoas morrem por ano vítimas de intoxicação por remédios, porém ainda existem poucas estatísticas a respeito no Brasil.

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As propagandas e a mídia iludem o paciente à falsa cura. A internet muitas vezes acaba também sendo vilã, com conteúdos parciais e fontes pouco confiáveis.

Pessoas na 3ª idade são as que mais abusam da medicação sem acompanhamento. É responsabilidade de médicos e farmacêuticoso um auxílio de confiabilidade.



Dislexia
sexta-feira, 16 de julho de 2010 por admin

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Os disléxicos tem na grandíssima maioria das vezes nível intelectual normal, trata-se de um distúrbio de aprendizagem, uma disfunção.

Apresenta-se como dificuldades em ler, interpretar textos e apresentam escrita confusa. O ritmo de aprendizado é mais lento, troca-se letras parecidas visualmente ou foneticamente. Uma média de 15 a 17% da população é disléxica.

Entretanto é necessário estar alfabetizado pra poder notar se há dislexia. Também são necessárias avaliação fonoaudiológica, psicológica, psicopedagógica e neurológica. O diagnóstico preciso é feito por exames clínicos citados no vídeo desta matéria.  Também indicamos as formas de tratamento.

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Neste segundo bloco mostramos alguns casos de superação. Ao contrário do que se imagina leigamente, o  disléxico não precisa ser isolado socialmente.

Você sabia, inclusive, que muitos dos maiores gênios tinham dislexia? Albert Einstein, Charles Darwin,  Thomas Edson, Leonardo Da Vinci, entre tantos outros. Até o  general francês Napoleão Bonaparte, o ex-presidente americano George Washington, o incrível produtor e criador Walt Disney. No cinema: Tom Cruise, Woopi Goldberg, Robin Williams…

Entrevistamos pessoas que prestaram depoimentos emocionates e pessoais sobre  o desenvolvimento com o distúrbio desde a infância, com sucesso na fase adulta. A dislexia não impediu Andrea de Callis a ser escritora. Rosemari Marquetti de Mello convive com a disfunção, inclusive a de seu filho e mesmo assim ela prestou vestibular, é formada em Psicologia e é Presidente da Associação Brasileira de Dislexia.



Sangue que salva
sexta-feira, 2 de julho de 2010 por admin

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No corpo humano circulam cerca de 5 litros de sangue que se renovam constantemente, garantindo a manutenção da temperatura do corpo, o transporte de oxigênio e a defesa do organismo. Os glóbulos vermelhos – responsáveis pelo transporte do oxigênio - duram cerca de 120 dias; as plaquetas – responsáveis pela coagulação - mais ou menos uma semana e os glóbulos brancos – responsáveis pela defesa do organismo - duram algumas horas. Segundo o hematologista João Guerra, o sangue vive em permanente mudança. “As células nascem, crescem, fazem a função e morrem”, pontua.

O sangue é produzido na medula óssea, que muita gente conhece como tutano. Através da análise do sangue, é possível avaliar o funcionamento de todo o nosso organismo; “da função renal, da função hepática, cardíaca”, completa Guerra. Segundo ele, todos os órgãos que produzem algum tipo de substância podem tê-las analisadas através do exame de sangue.

O exame de sangue é dividido em três partes: coleta, análise e interpretação dos resultados. Miriam Park, hematologista, lembra que geralmente as veias escolhidas para a coleta são as mais calibrosas. Muitas vezes a coleta de sangue em crianças exige técnicas específicas. “Às vezes a punção é em outros lugares. Na mão ou no pezinho”, afirma Miriam. Mas não basta só escolher o local mais adequado para a coleta no corpo da criança. A forma como o procedimento será realizado também precisa ser especial.

Normalmente o exame de sangue é solicitado pelo médico para estabelecer um diagnóstico preciso. “O exame mais frequentemente pedido é o hemograma”, lembra Miriam. Segundo ela, pode-se detectar as anemias, as alterações nos leucócitos e de plaquetas.

De acordo com o hematologista João Guerra, existem muitas doenças do sangue. “Nós podemos ter as anemias quando há diminuição dos glóbulos vermelhos; as leucemias; os linfomas, que são doenças dos glóbulos brancos. Por diminuição das plaquetas temos as doenças auto-imunes, que é quando o anticorpo começa a destruir essas plaquetas”, diz. As doenças de sangue adquiridas são as mais comuns, no entanto existem também as doenças de sangue hereditárias. Guerra explica que o paciente hemofílico tem uma deficiência na coagulação, “então este paciente tem uma tendência a ter sangramento”. De acordo com o hematologista, o paciente fica mais suscetível a apresentar quadros infecciosos.

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Dados da Fundação Pró-Sangue de São Paulo revelam que a cada dois segundos algum paciente necessita de transfusão de sangue, no Brasil, e que aproximadamente uma em cada cinco pessoas internadas vai receber transfusão de sangue. Normalmente, a transfusão é indicada para vítimas de traumas com grande perda de sangue, mas há outras situações que podem determinas a necessidade de transfusão.
O paciente só pode receber sangue compatível com o seu grupo sanguíneo Mas a pessoa que tem sangue O - (negativo) é considerada doadora universal. A transfusão de sangue de tipos incompatíveis ocasiona graves problemas.

O número de doadores de sangue, estabelecido como paâmetro mínimo pela OMS (Organização Mundial de Saúde) deve variar entre 4 e 5 % da população de um país. A média brasileira está muito abaixo disso. A falta de informação continua sendo uma das principais razões do baixo número de doadores de sangue no Brasil: a doação não engrossa nem afina o sangue; ninguém engorda ou emagrece doando sangue; mulheres podem doar mesmo em período menstrual; não existe risco de contrair Aids ou Hepatite.
Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 65 anos, e com mais de 55kg, pode ser um doador.

O volume máximo admitido para uma doação é de 450 a 500 ml. Pode haver acréscimo de até 30 ml para realização de exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas. Mas nem todo mundo pode ser doador de sangue: grávidas não podem, quem já teve hepatite também é proibido, pessoas que tomem remédios para problemas cardíacos, indivíduos que façam parte do grupo de risco para pessoas com DSTs - doenças sexualmente transmissíveis - também são excluídos como candidatos a doadores.

Não se deve doar sangue em jejum, nem logo após o almoço; após o café da manhã ou duas horas após o almoço é o recomendado.



Mitos e verdades sobre o sistema imunológico
sexta-feira, 18 de junho de 2010 por admin

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Quando uma pessoa contrai doenças ou infecções com certa frequência, o diagnóstico popular é direto: a imunidade está baixa. Mas afinal, o que é esta tal imunidade? De acordo com a Imunologista Anete Sevciovic Grumah, o sistema imunológico defende o organismo das infecções e tumores. “É um sistema preparado para defender o nosso corpo”, afirma. A nutricionista Patrícia Fan acrescenta: “A gente tem um sistema imunológico em conjunto com todo o nosso organismo”.

Anete Grumah explica que o sistema imunológico se forma nos primeiros anos de vida. Segundo ela, a partir da 28ª semana de gravidez, ocorre uma transferência de anticorpos da mãe para o filho. Depois do nascimento, a criança entra em contacto com vários fatores do ambiente, e a partir de então começa a produzir os próprios anticorpos. Uma criança que não tem todo o desenvolvimento imunológico e entra em contato com algum grupo de crianças, nas creches e berçários, por exemplo, fica mais exposta aos agentes infecciosos.

Sintomas como febre, diarréia, tosse e espirro mostram que o sistema imunológico está reagindo contra algum mal. São inúmeros os tipos de transmissão: Respiratória, Contato direto (Pele), Vetores (mosquitos), Alimentos. Para o infectologista Gustavo Henrique Johanson, há diferentes modos de prevenção para cada grupo de transmissão. “A melhor maneira é a vacinação, no caso de doenças infecciosas que tenham vacina”, afirma o infectologista. Não existe vacina para doenças sexualmente transmissíveis. Usar preservativo é o melhor modo de prevenção. “No caso de doenças respiratórias, evitar levar a mão à boca toda hora”, ressalta Johanson. Lavar bem as mãos é um fator que também ajuda a impedir a entrada de vírus e bactérias em nosso corpo.

Existem alguns mitos que muita gente acredita que influencie na imunidade. Conheça alguns deles:

  • Tomar 1,5 litro de água por dia, para manter as vias respiratórias úmidas e dificultar a passagem de vírus;
  • Evitar tomar gelado;
  • Não tomar leite se estiver resfriado ou com sinusite;
  • Comer cebola e alho;
  • Evitar alimentos gordurosos;
  • Usar fio dental regularmente.

“A vitamina C não tem, absolutamente, nenhum estudo que comprove sua eficácia no sentido de aumentar a imunidade ou prevenção, principalmente de gripes ou resfriados”, afirma o imunologista Gustavo Johanson. Para a nutricionista Patrícia Fan, a vitamina C é um co-fator. “Quando você não a consome em quantidade suficiente, e não só ela, outros nutrientes também, você pode aumentar a chance de contrair uma gripe”, diz. Segundo ela, nas carnes, castanhas, nozes, amêndoas é possível encontrar muitos nutrientes que participam do sistema imunológico.

A alimentação desregrada geralmente é fator que provoca desequilíbrio no sistema imunológico. Todo o excesso acaba sendo eliminado pelo organismo ou acumula sem haver utilização. E este pode ser o perigo. “Os obesos têm marcadores inflamatórios aumentados… o excesso do açúcar, da gordura, pode comprometer o sistema imunológico”, afirma Patrícia.

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Crianças e idosos São os que merecem maiores cuidados, já que apresentam imunidade mais baixa. “As crianças porque ainda têm um sistema imaturo”, afirma Johanson. “Sem dúvida com o envelhecimento há uma mudança do sistema imunológico e uma suscetividade maior”, lembra a Anete Grumah.

A carga genética da pessoa pode determinar se ela é mais suscetível a determinadas doenças infecciosas. “Nem todo mundo que tem contato com a bactéria da tuberculose desenvolve a doença”, afirma Johanson. Algumas infecções podem não apresentar sintomas imediatos. Às vezes, só depois de muitos anos é que há manifestação da moléstia. “É o caso do vírus HIV”, lembra Johanson. “Muitas vezes a pessoa, do momento de contração do vírus até o desenvolvimento da doença, são decorridos dez, doze anos”. Algumas doenças podem até nunca se manifestar. Mas quem está infectado sem saber, pode espalhar a doença para outras pessoas.

A baixa imunidade, geralmente, está associada a uma doença que afeta o sistema imunológico. “Pessoas com câncer, com vírus HIV, diabéticos têm uma imunidade menor”. Para a nutricionista Patrícia Fan, dietas restritivas podem excluir um nutriente importante para a pessoa com baixa imunidade.

Os ambientes úmidos e pouco arejados são propícios para a proliferação de microorganismos; fungos, vírus, bactérias, que são agentes de doenças infecciosas.     



Os segredos e as dificuldades da alimentação infantil
sexta-feira, 4 de junho de 2010 por admin

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“Se você tem uma alimentação com limite, equilibrada, em um ambiente tranqüilo, você não come vendo televisão, não come brigando ou dando bronca; você faz da refeição um momento tranqüilo e você se alimenta adequadamente, é claro que seu filho vai ter essa idéia”, defende a endocrinologista infantil Ângela Spinola Castro, que afirma que as crianças não captam o discurso dos pais, mas seu exemplo.
Alimentação variada, que proporcione os nutrientes básicos para o desenvolvimento infantil, é fundamental para o crescimento das crianças. O leite é um alimento que sempre deve acompanhar o indivíduo. O que varia de acordo com a fase da vida são os alimentos que devem ser ingeridos como complementos nutricionais. E essa transição alimentar é muito importante para aguçar o paladar infantil que, de acordo com a nutricionista Vivian Zollar, é mais adocicado até os seis meses de vida. “Depois do sexto mês, então, inicia-se a primeira refeição de sal, começando pelo almoço e de um a dois meses depois o jantar”, afirma o nutrólogo Fábio Ancona Lopez. De acordo com ele, as carnes e o ovo podem ser introduzidos nesta época.
Uma boa alimentação infantil deverá ter, como prioridade, os alimentos ricos em cálcio, fundamentais na formação, desenvolvimento e manutenção dos ossos. Leite, queijos, suco de laranja, iogurtes, são alguns alimentos ricos em cálcio. Cereais, farinhas e carnes são ótimas fontes de ferro, importante na composição do sangue. Além de ser a principal fonte de ferro, a carne é o único alimento que fornece vitamina B12, que combate a anemia.
Não podem faltar frutas e verduras na alimentação infantil. As crianças, assim como os adultos, também necessitam ingerir muito líquido.
Confira no vídeo os alimentos que devemos evitar!

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De uma forma geral, as crianças entre três e seis anos sabem perfeitamente manifestar o que desejam e o que não desejam comer. Para Vivian Zollar, quanto mais próxima for a relação entre a criança e o alimento, melhor. “Trazer a criança para manusear, para sentir o cheiro, passar a mão, para ver como é a textura”, sugere ela, que utiliza o fantoche para apresentar os alimentos às crianças.
Confira no vídeo a opinião de crianças sobre os alimentos!

Cuidado para não passar a idéia de que o alimento é brincadeira. A comida também não pode ser usada como castigo nem como prêmio para as crianças. Essa inversão de valores, pode provocar um efeito indesejável e perigoso: a obesidade infantil.
Outro perigo dos excessos na infância é o diabetes. “ O diabetes tipo 2, que é o diabetes da pessoa adulta, de cinco anos para cá tem sido diagnosticado em idades cada vez mais precoces e isso está diretamente relacionado à obesidade em algumas crianças”, afirma Ângela Spinola.
Filhos de pais que são obesos têm uma chance muito maior; uma probabilidade enorme de também se tornarem obesas. De acordo com Ângela, a obesidade nas meninas pode desenvolver a puberdade mais precocemente. “E com isso ter perda de estatura”, lembra ela. Segundo ela, é muito ruim para a criança lidar com a dieta. “É preciso ser muito cauteloso na hora de abordar isso. Fala-se do crescimento, do exercício, mas não do peso em si”, afirma.

Confira conteúdo exclusivo para o site!



Conteúdo exclusivo - Alimentação infantil
sexta-feira, 4 de junho de 2010 por admin

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Se você quiser saber mais sobre alimentação infantil, acompanhe aqui um cardápio saudável para as crianças, além de dicas especiais sobre os alimentos industrializados, os sucos e as papinhas. Confira:

O nutrólogo Fábio Ancona Lopez afirma que o alimento industrializado possui atrativos, mas alguns deles são altamente prejudiciais: “uso de corantes – que é uma causa de alergia frequente em crianças -, o excesso de sal – que facilita a aceitação por parte da criança – e o excesso de gordura. A gente sabe que gordura é o nutriente que confere sabor e cheiro para a comida, então quando tem mais gordura, tem mais sabor, tem um cheiro mais marcado e dependendo do tipo de gordura ele é mais crocante, o que é pior ainda porque é a gordura trans que faz isso e é altamente maléfica para a saúde”.
Para a nutricionista Vivian Zollar, é possível optar pelo suco industrializado, desde que ele seja o mais próximo do natural possível. “Então os sucos como néctar, sucos de polpa. E até é muito importante que os pais estejam atentos a observar o rótulo dos alimentos”, diz. O nutrólogo Fábio Lopez alerta para os cuidados com os sucos que alteram a quantidade de açúcar ingerindo, na fórmula, adoçante artificial. “Não se conhece, ainda, de maneira completa, o efeito que o adoçante artificial pode exercer numa criança que consume a longo prazo”, afirma. Vivian lembra ainda que uma boa alternativa é optar pela água de coco industrializada. “A quantidade de aditivos é mínima”, afirma.
Para Vivian, algumas papinhas do mercado chegam ter 0% de conservantes ou aditivos, mas embora algumas marcas sejam confiáveis ela lembra: “em momento algum elas devem ser um substituto para a papa feita em casa”. Segundo ela, deve-se evitar também temperos industrializados e molhos prontos.

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Receita: Risoto com arroz sete grãos*
*É um arroz um pouco mais nutritivo do que o arroz branco, que nós costumamos consumir. Contém arroz integral, grãos de trigo, grãos de aveia, arroz selvagem; uma série de grãos misturados que torna o arroz com mais vitaminas, mais fibras do que o arroz branco. Ele é cozido somente em água e sal. Junto com o frango – que pode ser cozido, desfiado e misturado ao arroz - vem agregar proteínas e ferro à refeição. Pode ser acrescentado iogurte, um pouco de manteiga, ou um pouco de requeijão, para dar mais umidade ao prato, e está pronta uma refeição rápida que pode ser acompanhada de uma salada, virando uma refeição completa.

cardapiosugerido



Os segredos e as dificuldades da alimentação infantil
sexta-feira, 4 de junho de 2010 por admin

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“Se você tem uma alimentação com limite, equilibrada, em um ambiente tranqüilo, você não come vendo televisão, não come brigando ou dando bronca; você faz da refeição um momento tranqüilo e você se alimenta adequadamente, é claro que seu filho vai ter essa idéia”, defende a endocrinologista infantil Ângela Spinola Castro, que afirma que as crianças não captam o discurso dos pais, mas seu exemplo.
Alimentação variada, que proporcione os nutrientes básicos para o desenvolvimento infantil, é fundamental para o crescimento das crianças. O leite é um alimento que sempre deve acompanhar o indivíduo. O que varia de acordo com a fase da vida são os alimentos que devem ser ingeridos como complementos nutricionais. E essa transição alimentar é muito importante para aguçar o paladar infantil que, de acordo com a nutricionista Vivian Zollar, é mais adocicado até os seis meses de vida. “Depois do sexto mês, então, inicia-se a primeira refeição de sal, começando pelo almoço e de um a dois meses depois o jantar”, afirma o nutrólogo Fábio Ancona Lopez. De acordo com ele, as carnes e o ovo podem ser introduzidos nesta época.
Uma boa alimentação infantil deverá ter, como prioridade, os alimentos ricos em cálcio, fundamentais na formação, desenvolvimento e manutenção dos ossos. Leite, queijos, suco de laranja, iogurtes, são alguns alimentos ricos em cálcio. Cereais, farinhas e carnes são ótimas fontes de ferro, importante na composição do sangue. Além de ser a principal fonte de ferro, a carne é o único alimento que fornece vitamina B12, que combate a anemia.
Não podem faltar frutas e verduras na alimentação infantil. As crianças, assim como os adultos, também necessitam ingerir muito líquido.
Confira no vídeo os alimentos que devemos evitar!

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De uma forma geral, as crianças entre três e seis anos sabem perfeitamente manifestar o que desejam e o que não desejam comer. Para Vivian Zollar, quanto mais próxima for a relação entre a criança e o alimento, melhor. “Trazer a criança para manusear, para sentir o cheiro, passar a mão, para ver como é a textura”, sugere ela, que utiliza o fantoche para apresentar os alimentos às crianças.
Confira no vídeo a opinião de crianças sobre os alimentos!

Cuidado para não passar a idéia de que o alimento é brincadeira. A comida também não pode ser usada como castigo nem como prêmio para as crianças. Essa inversão de valores, pode provocar um efeito indesejável e perigoso: a obesidade infantil.
Outro perigo dos excessos na infância é o diabetes. “ O diabetes tipo 2, que é o diabetes da pessoa adulta, de cinco anos para cá tem sido diagnosticado em idades cada vez mais precoces e isso está diretamente relacionado à obesidade em algumas crianças”, afirma Ângela Spinola.
Filhos de pais que são obesos têm uma chance muito maior; uma probabilidade enorme de também se tornarem obesas. De acordo com Ângela, a obesidade nas meninas pode desenvolver a puberdade mais precocemente. “E com isso ter perda de estatura”, lembra ela. Segundo ela, é muito ruim para a criança lidar com a dieta. “É preciso ser muito cauteloso na hora de abordar isso. Fala-se do crescimento, do exercício, mas não do peso em si”, afirma.

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